Olhe o sorriso da criança descomplexada do complexo da sub-inferior inferioridade que avista o perfeito aureculo de todo o ser de todo o ser. Áureo entra e se expazde quem sai o que de si traz em fim consciente na consciência do pleno ser ficando por si mesmo em áureo querer expasmando o plasma de seifa que seifa trigo que carrega. Apesar de carregar a criança triste, alegre se mostra, daquilo que consta a lágrima sorri. A gota desordeira, da lágrima primeira do bem que encontra em nada desconta a sua felicidade, sim, ordeira. Que nem a primeira gota de chuva, primeiro raio de sol, quando a criança corre miúda, do que nada retém, nada tem, nada traz, apenas a divindade que a traz capaz de sorrir, como criança.
Psicografia anónima recebida em:
14 de Junho de 2010
Rui Almeida - Suiça

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