A mental abstracção do mental, contracena no mental pelo mental, da mentalização mental que materializaste, em ti te mentalize para o mental que procuras, no mental que desejas, que primordia mais busca mental do que o mental aprova no mental e do mental não passa, de mental o processo que não é mental, mas que de mental se abstrai, e se procura o mental porque deste mental se retém, neste mental se observa,e da materiallização do que se retém que demais nada passa se não materializações que limitam o mental, a objectividade no mental, numa consciência senti-mental de que mental não é, porque se retém do mental, a mentira instru-mental do que no mental se caracteriza, e, reencontra no mental o estranho mental que satiriza, no mental desapego mental, desarroxo que se interliga, ao mental demente instru-mental, embeleza o que de mental não encontra, característica no mental não transforma, no mental se reforma, de mental que posterioriza, o que de mental que posterioriza o que de elemental se satiriza, de certa forma ao mental suaviza, porque o mental e tua mente ridiculariza quando de mental não se martiriza, porque os passos da mente mentalmente se contam, não se contam sem materialismo, mas de tal eufemismo se perde o mentalmetáfora mental do que só e apenas mental é, porque para lá do mental menos mental se encontra, mas qual âncora amarra o que está para lá do mental, para lá da mentalização e da formulação de tudo mentalmente? o passo para o mental, mental, mental consciente, trata-se de um mental, mental, mental demente.
Psicografia anónima recebida em:
13 de Junho de 2010
Rui Almeida - Suiça

