quinta-feira, 6 de maio de 2010

Psicografia 2




Nada, nada sim. Nada se encontra entre o certo e o relativo. Tu vives a realidade em ti, a luz que te guia, a sabedoria nada mais é que um simples aconchego do teu ser. Tu não estás sózinho, mesmo quando sentes o desabrochar de uma flor, algo está lá, o momento que deveria ser eternizado, não finda.

 Nada é eterno, mas os mais simples toques da vida te demonstram enquanto foges e te trancas no quarto. O vazio não te pode consumir porque a verdade é cheia. A vida não trespassa o vazio em ti, porque poderás não estar preparado para sentir o que é a vida. Sente a luz, a luz que não finda apesar de se consumir nas trevas, ela as trevas trespassa. Relativamente ao ser relativo, o escuro não o é e é cada vez mais comum, infelizmente, mas como encontrar a luz sem se passar pelas trevas na imensidão do ser? Tudo acontece por um acaso, se caminhares pelas trevas sem te perderes da luz, a luz iluminárte-à para que no escuro vejas a luz pequena no fundo do túnel, que se chama vida.

 Se por ventura sucumbires à escuridão, não te preocupes, que até mesmo o ser mais entrebado poderá ter a oportunidade de escolher a sua realidade, que pelo amor só resultará de uma única escolha, a luz.

 A luz torna-se a escola da tua vida, porque todos nascemos nas trevas, mas a vida, essa sim, nos pode iluminar, no nosso longo caminho rumo à luz.


                           


                                    Psicografia anónima recebida em:
                                    4 de Maio de 2010


Rui Almeida - Suiça

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